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Os males do Preconceito

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Para lutarmos contra a depressão ou outros transtornos mentais, precisamos tirar da frente o preconceito. Saúde mental precisa ser cuidada, ser tratada para que a doença não chegue a um estado severo promovendo prejuízos importantes em todas as áreas da vida. 
O preconceito está na contramão da vida! (Tania Houck)

Música no trabalho ajuda o rendimento profissional

Pesquisa demonstra que canções alteram o humor e influenciam rapidez de execução das tarefas, além de aumentar a criatividade

O cara no cubículo ao lado está discutindo no telefone. Do outro lado da sala alguém amaldiçoa em voz alta uma máquina que deixou de funcionar. O fone de ouvido do outro lado da mesa de repente parece muito atraente. Alguém se importa se você colocar para tocar suas músicas do iTunes por um tempo? Há trabalhadores que gostam de ouvir suas canções preferidas quando acham que estão perdendo o foco. Há também aqueles que buscam escapar de um ambiente que é muito barulhento (ou muito baixo) para sentir a rotina se tornar de alguma maneira mais viva.

Uma pesquisa realizada por Teresa Lesiuk, professora de terapia musical na Universidade de Miami, investigou como a música afeta o desempenho no trabalho. Em um estudo envolvendo especialistas de tecnologia de informação, ela descobriu que aqueles que ouvem músicas durante o horário profissional concluem suas tarefas mais rapidamente e têm ideias melhores, já que a melodia altera o humor.

— Quando você está estressado pode tomar uma decisão equivocada por ter um foco muito estreito de atenção. Durante um estado de espírito positivo, porém, é capaz de pensar em mais opções — afirma Lesiuk.

A professora também descobriu que a escolha pessoal na música também é importante. Durante a pesquisa ela permitiu que os participantes selecionassem qualquer obra que eles gostavam. Os moderadamente habilidosos no trabalho se beneficiaram mais do artifício. Os já experientes não sentiram efeito e os novatos consideraram as melodias distrações.

Em termos biológicos, sons melodiosos ajudam a incentivar a liberação de dopamina na área de recompensa do cérebro. Segundo Amit Sood, doutor em medicina integratica da clínica Mayo, é a mesma sensação de quando uma pessoa come uma guloseima, olha algo apelativo ou cheira um aroma agradável.

— As mentes das pessoas tendem a vagar e sabemos que a mente, quando viaja, é infeliz — diz Sood. — Na maior parte do tempo estamos focando as imperfeições da vida. A música pode nos trazer de volta ao momento presente.

Poucas empresas têm algum tipo de regulamentação da música durante o horário de trabalho, conta Paul Flaherty,vice-presidente da agência de recursos humanos Robert Half Technology. Mesmo assim, segundo ele, ainda é uma boa ideia consultar o chefe quando ao uso de fonte de ouvido no escritório. Alguns supervisores podem achar que os trabalhadores não estão totalmente engajados no trabalho e presos dentro do próprio mundo.

– Se alguém não estiver fazendo um bom trabalho poderá ouvir do gerente que tudo o que faz é ouvir música todo dia — alerta Flaherty.

Fonte: O Globo

Vacina contra Alzheimer é bem sucedida em testes clínicos

De acordo com o site da revista Veja, uma vacina que poderá ser usada no tratamento da doença de Alzheimer foi testada com sucesso na Suécia:

Segundo estudo do Instituto sueco Karolinska publicado no periódico médico Lancet Neurology, a vacina CAD106 conseguiu fortalecer o sistema imunológico, levando o próprio organismo a destruir as proteínas causadoras da doença.

A demência é causada por uma variedade de doenças no cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a habilidade de realizar atividades cotidianas. O Alzheimer é a causa mais comum de demência e corresponde a cerca de 70% dos casos. Os sintomas mais comuns são: perda de memória, confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor e falhas de linguagem.

A doença de Alzheimer é uma demência neurológica complexa. De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), a demência é a epidemia de saúde que mais cresce nos tempos atuais. A hipótese prevalente sobre suas causas envolve a APP (proteína precursora de amiloide), uma proteína da membrana exterior das células nervosas. Em vez de ser quebrada, essa proteína acaba por formar uma substância danosa chamada beta-amiloide, que se acumula como plaquetas e mata as células do cérebro.

Atualmente, não existe cura para o Alzheimer, e os remédios em uso apenas atenuam os sintomas. Na busca por uma cura, cientistas estão seguindo diversas vias de ataque – entre as quais a vacinação é a maior aposta.

Nova terapia para o câncer de próstata

De acordo com matéria no site da Agência Fapesp, uma nova terapia anunciada nos Estados Unidos pode ampliar a expectativa de vida de pacientes com câncer de próstata em estágio avançado, com tumores que se espalharam para os ossos, que atualmente têm poucas chances de sobreviver:

O tratamento, com uma nova linha de radioisótopos, foi anunciada nesta segunda-feira [11.06.2012] durante a reunião anual da Society of Nuclear Medicine, realizada em Miami.

O sistema esquelético é particularmente afetado em casos de metástase em câncer de próstata. A propagação de tumores ocorre quando o câncer primário é transmitido pelo sangue e se desenvolve nos ossos.

O novo estudo, feito por um grupo internacional de pesquisadores, baseou-se no uso de terapia com cloreto de rádio-223, que atinge as metástases no sistema esquelético com potentes partículas alfa que são mortais para os tumores.

As partículas poupam os tecidos adjacentes aos tumores e a medula óssea. O tratamento está sendo experimentado em casos de câncer de próstata resistentes à castração, estágio avançado da doença caracterizado tipicamente por metástase esquelética resistente e tratamentos convencionais.

“O rádio-223 oferece uma abordagem nova para o tratamento de metástase óssea. Ele trata sistemática e simultaneamente múltiplas áreas atingidas pela doença e tem se mostrado muito bem tolerado pelos pacientes. O risco de supressão da medula óssea é baixo mesmo em pacientes submetidos a intensa quimioterapia”, disse Valerie Lewington, professora no King’s College London e um dos autores do estudo.

A nova terapia está em fase 3, ou seja, estão sendo feitos estudos internacionais de larga escala, em múltiplos centros, com diferentes populações de pacientes de modo a verificar eficácia e segurança.

Fonte: Agência Fapesp 

Dicas de Leitura – Transtornos Alimentares

Para você que trabalha com Saúde Metal e Emocional, selecionamos dois artigos recentes sobre Transtornos Alimentares. Confira e acrescente novas sugestões `a lista:


A insustentável leveza
– Carlos Fioravante (Revista Fapesp – 159, Maio de 2009)
Interpretação da anorexia como parte da identidade amplia possibilidades de tratamento.

A prática de exercícios físicos em pacientes com transtornos alimentares: revisão – Paula Costa Teixeira; Roberto Fernandes da Costa; Sandra M. Matsudo; Táki Athanássios Cordás. (Revista de Psiquiatria Clínica – 36(4), 2009).
A prática de exercícios físicos durante o tratamento de pacientes com transtornos alimentares pode ser benéfica desde que orientada e supervisionada.

Riscos da maconha são ‘subestimados’, dizem especialistas

Chance de câncer para usuário diário seria a mesma de quem fuma um maço de cigarros por dia.

Especialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha.
A Fundação Britânica do Pulmão (BLF, na sigla em inglês) realizou um levantamento com mil adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde.
E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha — quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros.A BLF afirma quer a falta de consciência é “alarmante”.

Amplamente utilizado
Os números mais recentes mostram que 30% das pessoas entre 16 e 59 anos de idade na Inglaterra e no País de Gales usaram cannabis em suas vidas.
Um novo relatório do BLF diz que há ligações científicas entre fumar maconha e a ocorrência de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão.
O uso de cannabis também tem sido associado ao aumento da possibilidade de o usuário desenvolver problemas de saúde mental, como a esquizofrenia.
Parte da razão para isso, dizem os especialistas, é que as pessoas, ao fumar maconha, fazem inalações mais profundas e mantêm a fumaça por mais tempo do que quando fumam cigarros de tabaco.
Isso significa que alguém fumando um cigarro de maconha traga quatro vezes mais alcatrão do que com um cigarro de tabaco, e cinco vezes mais monóxido de carbono, diz a BLF.
A pesquisa descobriu que particularmente os jovens desconhecem os riscos.

‘Campanha pública’
Quase 40% dos entrevistados com até 35 anos de idade — a faixa etária mais propensa a ter fumado cannabis — acreditam que maconha não é prejudicial.
No entanto, cada cigarro de cannabis aumenta suas chances de desenvolver câncer de pulmão para o equivalente aos riscos de quem fuma um pacote inteiro de 20 cigarros de tabaco, a BLF advertiu.
A chefe-executiva da BLF, Helena Shovelton, disse: “É alarmante que, enquanto pesquisas continuam a revelar as múltiplas consequências para a saúde do uso de maconha, ainda há uma perigosa falta de sensibilização do público sobre o quão prejudicial esta droga pode ser”.
“Este não é um problema de nicho — a cannabis é uma das drogas recreativas mais utilizadas no Reino Unido, já que quase um terço da população afirma ter provado”.
“Precisamos, portanto, de uma campanha de saúde pública — à semelhança das que têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os perigos de se comer alimentos gordurosos ou fumar tabaco — para finalmente acabar com o mito de que fumar maconha é de algum modo um passatempo seguro.’
O relatório do BLF recomenda a adoção de um programa de educação pública para aumentar a conscientização do impacto de fumar maconha e um maior investimento na pesquisa sobre as consequências para a saúde de seu uso.

 

Fonte: O Globo

Estudo do IBGE aponta que cerca de 24 milhões de brasileiros são fumantes

Cerca de 24,6 milhões de brasileiros acima de 15 anos fumavam derivados do tabaco em 2008, conforme apontou a Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (27). O número equivale a 17,2% da população nessa faixa etária. Segundo o IBGE, o país ainda possui outros 0,4% de usuários de tabaco não fumado, como rapé e fumo de mascar. No total, os consumidores de tabaco – fumado ou não – formam um contingente de 25 milhões de pessoas, o que equivale a 17,5% da população total do Brasil acima de 15 anos.O número de homens usuários de tabaco é maior que o de mulheres em todas as regiões do Brasil.

O Brasil tem um total de 118,4 milhões de brasileiros que se declaram não fumantes. Conforme o IBGE, o número total de não fumantes acima de 15 anos equivale a 82,8% da população nessa faixa etária. Entre os não fumantes, 92,5 milhões de pessoas (64,7% da população com mais de 15 anos) nunca fumaram e cerca de 26 milhões de pessoas são ex-fumantes.

A escolaridade é um fator que influencia na idade em que as pessoas começam a fumar. As pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo que começaram a fumar antes dos 15 anos chega a 40,8%.

Segundo o IBGE, no Brasil, os maiores percentuais de fumantes foram encontrados entre pessoas que se declararam de cor preta ou parda. De todas as pessoas que se consideram pretas ou pardas, 19% são fumantes. Já entre quem se considera branco, 15,3% são fumantes. Os termos branco, preto e pardo são utilizados no relatório oficial do IBGE.
Entre as pessoas que fumam todos os dias, a maioria consome de 15 a 24 cigarros por dia (33,9%). De acordo com o IBGE, 39,3% dos fumantes do país acendem o primeiro cigarro entre 6 e 30 minutos após acordar.

A maioria dos ex-fumantes do país (57,3%) deixou o vício há 10 anos ou mais. Do total de ex-fumantes nessa condição, 60,1% são homens e 53,3% são mulheres.

Fonte: G1

Exercícios aeróbicos melhoram as funções cognitivas


De acordo com os resultados de estudos desenvolvidos por uma equipe de pesquisadores americanos chefiada por  James Blumenthal a realização continuada de atividades físicas trazem benefícios para áreas do cérebro especializadas em funções cognitivas. O estudo, publicado no Journal of Aging and Physical Activity “Foi impressionante descobrir os benefícios das atividades físicas em áreas específicas ligadas à função cognitiva”, espanta-se , autor principal e pesquisador da Universidade de Duke, EUA. Outras funções cognitivas – como atenção, concentração e habilidades psicomotoras, não tiveram alterações.

Exercícios aeróbicos melhoram as funções cognitivas em homens e mulheres idosos
Uma rotina de exercícios físicos aeróbicos, usados como apoio ao tratamento da depressão em pessoas idosas, contribuiu também para melhorar os processos mentais de alta complexidade da memória e também as chamadas funções executivas cerebrais – que incluem planejamento, organização e habilidade para executar duas ações ao mesmo tempo. Esses processos estavam muito acima da média, apesar dos pesquisadores esperarem resultados bem menores.

“As implicações dos resultados sugerem que os exercícios podem ser importantes para diminuir o declínio mental que faz parte do processo de envelhecimento”, diz Blumenthal. “Mas são necessários mais estudos para entender que processos específicos no cérebro foram afetados e o que há por trás dessa melhora.”

O pesquisador acredita que a melhora no funcionamento mental dos participantes da pesquisa se deve ao aumento do fluxo do sangue arterial – rico em oxigênio – em regiões específicas do cérebro.

“Sabemos que, em geral, os exercícios físicos melhoram a capacidade do coração de bombear de forma mais eficaz o sangue, assim como aumentam a concentração de oxigênio no corpo. E como nos idosos essa capacidade diminui, talvez isso seja a causa do declínio cognitivo”, diz Blumenthal, justificando sua hipótese.

II SIMPÓSIO DE NEUROCIÊ​NCIAS DA GRANDE DOURADOS

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Período: 22 e 23 de setembro de 2011

Local: Anfiteatro da ACED (Associação Comercial e Empresarial de Dourados)
Organização:  Centro Acadêmico da Faculdade de Ciências da Saúde da FCS/UFGD 

Será abordado  este ano a infância, os períodos críticos do neurodesenvolvimento, a importância da música e as alterações de comportamento e de aprendizado mais frequentes.
Por outro lado, serão abordados o envelhecimento, a memória e as síndromes demenciais, assim como os problemas de saúde mental associados à infecção pelo HIV, em especial a depressão e os déficits cognitivos.
O convidado internacional, Prof Dr Edward Ziff, trará histórias reais de pacientes por ele entrevistados, cujos intrigantes distúrbios neurológicos serão apresentados e discutidos à luz da compreensão atual do cérebro e da mente. Dois destes casos são relatados no livro “O olhar da mente” do médico e escritor Oliver Sacks.
Ao final, haverá duas mesas redondas, sendo que a última trará uma proposta de discussão transdisciplinar da educação e do aprendizado, apresentando a Neuroeducação como um possível novo paradigma para pesquisa e trabalho em equipe.
As palestras serão ministradas por médicos, neurocientistas, psicólogos e educadores. Sendo as neurociências um campo de pesquisa multidisciplinar, a linguagem adotada pelos palestrantes terá como objetivo propiciar a difusão de  conhecimentos e o diálogo entre diferentes áreas do saber.

Fonte: Ciências e Cognição

II ENCONTRO DE EDUCAÇÃO DA ABRAMD

II ENCONTRO DE EDUCAÇÃO DA ABRAMD
“PREVENÇÃO DO POSSÍVEL” 

Data: 17 de setembro de 2011 (sábado).
Horário: das 7:30 às 17 horas.
Local: Faculdade Cantareira (Rua Marcos Arruda, 729 – Belém, São Paulo/SP).
Quais serão os temas abordados neste Encontro?

Um dos objetivos da ABRAMD/educação é aprofundar as discussões sobre a prevenção ao uso de drogas no âmbito da educação.
Temas das palestras:

Redução de danos X guerra as drogas;
Dados epidemiológicos – as drogas mais usadas pelos estudantes no Brasil;
O papel da escola na prevenção;
Princípios e metodologias de prevenção.

Na parte da tarde teremos oficinas em grupos, direcionadas ao público com o qual trabalha ou pelo qual tem interesse (ver ficha de inscrição – escolher grupo ao preenchê-la).

Como fazer minha inscrição?

1- Preencha a ficha de inscrição e envie por email para:
encontroeducador@gmail.com  (com o assunto: Inscrição)

2- Faça o pagamento de acordo com uma das duas formas abaixo:
Pessoalmente para Valéria, no CEBRID:
          Rua Botucatu, 862 – Térreo, Vila Clementino, São Paulo/SP, Tel: (11) 5083-1084
Depósito ou transferência bancária para a ABRAMD:
          Banco Itaú
          Agencia 1664
          Conta corrente: 25768-8
          CNPJ da ABRAMD – 08.304.612/0001-80

3- Envie o comprovante de seu pagamento:
·         por fax (tel. 11-5084-2793) aos cuidados de Valéria ou
·         por e-mail para encontroeducador@gmail.com

4- Quando cumpridas as etapas 1, 2 e 3 você terá a garantia que sua inscrição foi realizada com sucesso somente depois de receber um email com a confirmação da sua inscrição e seu número de participante do Encontro.

Quais são os valores para inscrição?
Até 17 de agosto:

Sócios da ABRAMD em dia com sua anuidade
 R$ 20,00

Professores
 R$ 27,00

Estudantes
 R$ 27,00

Outros profissionais
 R$ 40,00
 

Após 17 de agosto:

Sócios da ABRAMD em dia com sua anuidade
 R$ 25,00

Professores
 R$ 35,00

Estudantes
 R$ 35,00

Outros profissionais
 R$ 50,00
  

Para mais informações ou dúvidas:

Ligue para (11) 5083-1084 (falar com Valéria do CEBRID) ou
Envie e-mail para encontroeducador@gmail.com

Fonte: ABRAMD





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