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Os males do Preconceito

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Para lutarmos contra a depressão ou outros transtornos mentais, precisamos tirar da frente o preconceito. Saúde mental precisa ser cuidada, ser tratada para que a doença não chegue a um estado severo promovendo prejuízos importantes em todas as áreas da vida. 
O preconceito está na contramão da vida! (Tania Houck)

Amor entre araras vence a fronteira das grades do zoológico

De acordo com o site do Jornal da Band, o telejornal exibiu uma reportagem na semana passada sobre uma arara que – mesmo vivendo livre no Rio de Janeiro – vai todo dia visitar aves da mesma espécie no viveiro do zoológico da cidade. Uma história de paixão animal que se espalhou e passou a levar mais visitantes ao zoo:

Um caso de amor chama atenção no zoológico do Rio de Janeiro. Uma arara livre visita todos os dias as aves que vivem em cativeiro. O motivo, segundo os biólogos, é um casamento que dura mesmo com as araras separadas pela gaiola.

(…) Poderia ser uma simples coincidência não fosse o tempo que faz isso: há 15 anos. A arara canindé ou barriga-amarela tem um motivo a mais para voar todos os dias por 4 quilômetros para o mesmo destino. Desde a década de noventa ela sai do Parque Nacional da Tijuca para o viveiro das outras araras. Segundo os biólogos ela visita velhos amigos e fica junto de uma delas, o dia inteiro. Até que chega o final da tarde e faz o trajeto de volta.

Veja o vídeo clicando aqui.

Segundo outro link, as duas aves nunca viveram juntos, e apesar dos apelos da população, o zoológico não pode soltar a arara que está na gaiola nem prender a arara visitante:

Uma Arara Canindé cruza quatro quilômetros todos os dias, entre a Tijuca e o zoológico do Rio de Janeiro para encontrar outras araras, inclusive a que seria seu “namorado” ou “namorada”. Não se sabe o sexo de nenhuma das duas, já que nas araras, os dois são exatamente iguais.

Fonte: Band

Workshop – Lucidez: Esclarecendo o blecaute da dependência química

Com grande satisfação, a Clínica Tânia Houck promoverá no dia 18/Agosto o Workshop “Lucidez: Esclarecendo o blecaute da dependência química”. Workshop destinado para a família do dependente químico, que receberá informações e recursos terapêuticos para caminhar em direção da reconstrução familiar.

“ A família também adoece! E por isso precisa ser acolhida, receber ferramentas terapêuticas que possam organizar e fortalecer os seus processos internos, ampliando habilidades para proteger-se e lidar com “a doença que colapsa.” Dra. Tânia Houck.

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De Documents

Criança de cinco anos consegue falar graças a laptop high-tech

A pequena inglesa de cinco anos Lexie Cooper-Barnes, que sofre de paralisia cerebral, conseguiu falar graças à tecnologia. Usando um laptop high-tech, semelhante ao adotado por Stephen Hawking, a menina disse “eu te amo” pela primeira vez à sua mãe, Charlene Barnes.

Pequena menina falou suas primeiras palavras graças a um laptop (Foto: Reprodução) (Foto: Pequena menina falou suas primeiras palavras graças a um laptop (Foto: Reprodução))
Pequena menina falou suas primeiras palavras graças a um laptop (Foto: Reprodução/Daily Mail)

“Foi uma experiência incrível. E ela está muito animada porque, pela primeira vez, teve voz. Meus olhos ficaram marejados. Agora, ela pode ter amigos e aproveitar a escola como qualquer criança. Isso é o melhor sentimento do mundo”, disse Charlene.

Com ajuda do laptop, a menina usa os olhos para escolher as palavras que quer falar.  De acordo com o grupo de médicos que cuida de Lexie, ela tem uma habilidade mental muito grande para uma pessoa com as suas condições. “Os médicos ficaram impressionados com o resultado. A resposta de todos foi ótima e fico grata de ela estar podendo se comunicar da forma que sempre quis. Ela tem muita coisa na cabeça, dá para ver em seus olhos. Este equipamento desbloqueou todo este potencial, tornando a sua vida mais fácil”, completou a mãe.

Para comprar o aparelho, que custa £ 20 mil (cerca de R$ 60 mil), o pai da menina, um contador, organizou vários eventos de angariação de fundos. Lexie Cooper-Barnes foi diagnosticada com paralisia cerebra

l aos 11 meses e é uma das quase duas mil crianças diagnosticadas com esse problema, por ano, na Inglaterra.

Fonte: Techtudo

Criança é curada através da música

Segundo o jornal “The Telegraph”, uma menina de sete anos que se encontrava em coma há uma semana, como consequência de uma rara hemorragia cerebral, acordou assim que a mãe pôs a tocar “Rolling In The Deep”. Depois da melhora fantástica, os enfermeiros incentivaram a mãe a continuar cantando pra filha. Dois meses após a hemorragia, a menina recuperou a visão, e está reaprendendo a andar e falar. Além disso voltou pra escola e está fazendo aulas de dança.

 

No site Vírgula:

O ‘fenômeno’ aconteceu na cidade de Leeds, no Reino Unido. Leila Neve, mãe da pequena Charlotte, relata que cantou repetidas vezes a faixa Rolling In The Deep enquanto a filha estava em coma após sofrer uma hemorragia cerebral.

Segundo informações do jornal Telegraph, os médicos haviam dito a Leila que se despedisse de sua filha. Emocionada, ela cantou a faixa de Adele e após alguns minutos Charlotte começou a sorrir. Poucos dias depois ela pôde voltar a falar e andar.

“Fui até a cama para abraçá-la, ela estava ligada a aparelhos e não reagia, então começou a tocar Adele no rádio”, disse Leila ao jornal. “Comecei a cantar para ela porque ela adora essa música. Charlotte começou a sorrir, foi a primeira vez que ela reagiu a qualquer coisa desde a hemorragia.”

“As enfermeiras ficaram perplexas e disseram que eu continuasse a cantar, e ela sorriu de novo. Elas disseram que foi como se eu a tivesse destravado e, a partir daquele dia, ela começou a ficar cada vez melhor”, contou emocionada.

 

Fonte: Vírgula – Uol

Alcoolismo é influenciado por fator genético em 30% dos casos

Em um capítulo da novela “Viver a vida” a personagem Renata (Bárbara Paz) descobre que seu alcoolismo pode ter sido influenciado por questões genéticas. Mas será que isso é possível na vida real? “Sim”, responde o psiquiatra Carlos Salgado, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). Na verdade, estima-se que 30% dos alcoólatras no país tenham herdado uma certa predisposição à doença.

“São vários os transtornos geneticamente determinados. Acontecem pequenas mutações (polimorfismos) que, em conjunto, levam ao alcoolismo”, explica o especialista.

Para agravar ainda mais a situação, as pessoas com tendência ao alcoolismo muitas vezes sofrem influência de importantes fatores ambientais. “O pai é alcoólatra e o filho, que acaba seguindo a imagem paterna, pode passar a beber também. Ele repete a conduta do pai” comenta o psiquiatra.

Recentes estudos do Ministério da Saúde apontam para uma incidência do alcoolismo de aproximadamente 11% entre a população brasileira. Como alcoolismo, os especialistas esclarecem que se trata de uma doença com sintomas verificáveis clinicamente.

“Alta tolerância ao álcool, sintomas de abstinência, o álcool controla a vida da pessoa, a bebida é consumida em forma de ritual (sempre da mesma maneira), e a pessoa deixa de fazer coisas importantes para beber”, enumera a psicóloga Ilana Pinsky, da unidade de pesquisa de álcool e outra drogas da Unifesp.

DOENÇA COMEÇA A SE MANIFESTAR EM PESSOAS COM 30 ANOS. ANTES, ELA SURGIA AOS 40

A psicóloga explica que o alcoolismo evolui gradualmente. “A pessoa vai adquirindo o vício no decorrer da vida. Mas hoje, cada vez mais, temos alcoólatra jovens, com menos de 30 anos”.

O álcool, por ser uma droga lícita, muitas vezes é a porta de entrada para drogas pesadas. “O álcool e o tabaco”, diz Salgado.

FAMÍLIA DEVE AJUDAR NA PREVENÇÃO

As bebidas alcoólicas não só são aceitas socialmente, como também são incentivadas em muitas famílias. Essa cultura do álcool é um dos grandes desafios de quem combate o alcoolismo.

“0 problema é que a doença não surge do dia para a noite. São anos e anos aumentando o consumo das bebidas alcoólicas até se chegar ao quadro classificado como alcoolismo”, explica a psicóloga Ilana Pinsky, da unidade de pesquisa de álcool e outras drogas da Unifesp.

Quanto mais se postergar o primeiro contato do jovem com a bebida alcoólica, melhor. E ele deve ser instruído pelos pais para não exagerar. “Ele deve saber, por exemplo, que não pode beber e dirigir”, diz.

Por Bruno Folli  – brunocf@diariosp.com.br

A Combinação Explosiva entre Mulheres e Drogas

Apesar da alegação que só bebem socialmente ser bastante comum entre as mulheres, o fato é que o número de dependentes químicas, e aí se incluem as usuárias de álcool, entorpecentes e remédios antidepressivos, cresceu assustadoramente em poucos anos. Para conhecer os limites dessa dependência, os especialistas buscam indícios biológicos e orgânicos relacionados ao distúrbio. No uso de álcool, por exemplo, pesquisas científicas comprovam que o organismo feminino absorve 30% a mais de álcool que o masculino, ou seja, ingerindo a mesma quantidade de bebida, a mulher se embriaga quatro vezes mais. Apesar disso, segundo as estatísticas, os homens continuam fazendo uso mais abusivo do que elas.

Seja por razões físicas, emocionais ou sociais, o fato é que por trás de um hábito, aparentemente eventual, como beber ou ingerir um novo medicamento, pode estar escondida uma prejudicial e dolorosa realidade: a dependência química. Álcool, cocaína, tranqüilizantes, maconha e anfetaminas. Segundo o psicólogo e especialista em dependência química Antônio Olívio Rodrigues, a vulnerabilidade feminina a essas substâncias já é conhecida dos especialistas. “Em geral, o homem precisa beber por 15 anos para se tornar um alcoólatra. Uma mulher que consuma a mesma quantidade de álcool se torna dependente em cinco anos”, alerta.

Ação devastadora

O organismo feminino absorve 30% a mais de álcool que o masculino, por isso, ingerindo a mesma quantidade de bebida, o grau de alcoolismo da mulher é quatro vezes maior.

Embora as conseqüências físicas sejam as mesmas para os dois sexos, a dependência se instala mais rapidamente na mulher. O especialista explica que, por isso, a progressão da doença também é mais veloz e a sua ação é mais devastadora no organismo feminino. As drogas, ditas “legais” como álcool, tranqüilizantes, antidepressivos e inibidores de apetite, entram lentamente no universo feminino, como válvula de escape e de forma destrutiva podem geram danos gravíssimos para a saúde, além de prejudicar o relacionamento com familiares e amigos.

Alguns levantamentos apontam que o número de mulheres de meia-idade que sofrem com o alcoolismo, também está aumentando. Entre elas, muitas são donas de casa, que na maioria das vezes nunca trabalharam fora, outras sofrem com a menopausa e existem, ainda, aquelas que se sentem sozinhas com a partida dos filhos. Outro agravante, no entender do terapeuta, desta vez para as mais jovens, é a busca frenética pelo corpo ideal e a urgência em emagrecer, fatores que tornam a mulher um alvo da dependência por inibidores de apetite, as conhecidas anfetaminas.

Os especialistas reconhecem que o caminho de volta é árduo. Por isso, recomendam que, aos primeiros sinais de mudanças no comportamento, atitudes compulsivas ou alterações no humor, as mulheres procurem auxílio. É a melhor maneira de evitar a fase crítica que é a dependência. Segundo Rodrigues, além do tratamento médico adequado, com medicamentos que facilitem a desintoxicação, a intervenção da psicoterapia ajudará para que elas se livrem do vício e voltem a ter uma vida normal, sem álcool ou drogas.

O sexo frágil

Por que as mulheres são mais vulneráveis ao álcool e às drogas:

* O organismo da mulher absorve 30% a mais de álcool que o homem

* Elas têm mais dificuldades para metabolizar o álcool por ter mais gordura e menos água que o organismo masculino

* Os tranqüilizantes também aderem melhor ao tecido gorduroso

* Depressão e quadros de ansiedade são mais freqüentes nas mulheres, que acabam encontrando nos ansiolíticos – calmantes e antidepressivos – um alívio temporário para esses problemas.

* O homem possui uma quantidade duas vezes maior de enzimas que protegem o fígado dos efeitos maléficos do álcool

Fonte: Paraná On Line

A Família e a Co-dependência

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral

Os co-dependentes químicos, são seres humanos, visivelmente afetados, na maior parte das vezes, até fisicamente, pela convivência com um ou mais dependentes químicos. E tem uma enorme dificuldade em pedir e aceitar ajuda.

Os co-dependentes se fazem muitas perguntas:
Se a pré-disposição orgânica para desenvolver o abuso de drogas é do meu familiar, filho ou filha, como é que sou eu que preciso de ajuda ?
É meu marido ou minha mulher quem bebe, porque eu devo me tratar?

Quem é o co-dependente?
É o familiar, o colega de trabalho, o chefe, o amigo, é o vizinho, e todos que procuram remover as conseqüências dolorosas do abuso de drogas do dependente, para e pelo dependente, com a intenção de minimizar ou de esconder o ocorrido, facilitando a vida do dependente químico.

Todo aquele que está emocionalmente ligado e oferece seus sentimentos e sua vida para “proteger seu dependente”, visando impedir que comportamentos anti-sociais tornem-se transparentes, é um co-dependente.

E o co-dependente que age assim, escondendo os fatos que se constituem numa vergonha para todos por total desinformação, imagina que está ajudando, na realidade está ajudando a que possíveis pedidos de tratamentos e/ou internação sejam adiados.

É o “carrossel da dependência química”: no centro, o dependente químico agindo e ao redor… os co-dependentes estão reagindo, todos estão vivendo em função do dependente. O dependente se droga, fica doidão e os outros reagem a sua drogadição e as suas conseqüências, o dependente responde as essas reações e se droga novamente, estabelecendo o carrossel da dependência química.

Os co-dependentes precisam ter coragem de colocar limites, fazendo parar de girar o Carrossel e de desligar-se emocional mente do dependente, e sentindo seu próprios sentimentos e vivendo suas próprias vidas. Como os co-dependente conseguirão entrar em recuperação ? Informando-se, fazendo psicoterapia , e sobretudo freqüentando as salas dos grupos de mútua ajuda , o ALANON, NARANON, AMOR EXIGENTE.

A partir da aceitação da co-dependência, realizam o maior ato de amor, conscientizaram-se de que a melhor ajuda e única possível é a mudança de nós. Fortaleceram-se. porque compreenderam, o que não é firme não pode servir de apoio.

Fonte: http://adroga.casadia.org/codependencia/co_dependencia.htm

Os Jovens e os Valores

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A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia-a-dia? Quais valores precisam ser passados? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir os valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existir respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente, como a indisciplina, rebeldia, envolvimento dos jovens com álcool e drogas. Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é conseqüência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. “Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos”, afirma. Muitos pais associam a Educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que o filho não pode agir como se ele fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia-a-dia.

O que são valores?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos idéias em que realmente acreditamos, por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.

Quem define os valores?
É claro que família e escola estão juntas nessa empreitada, mas a influência que elas exercem tem pesos diferentes. A escola pode dar um apoio fundamental aos pais, mas está longe de substituí-los na tarefa de educar. A família vem em primeiro lugar, pois os laços afetivos entre pais e filhos são dos mais fortes. Hoje, sabe-se que o ambiente moral da casa tem grande importância na formação dos filhos, que acabam assumindo a maioria dos valores da família. Na escola a criança e o adolescente estão em um ambiente de grupo, e precisam se adequar a um conjunto de regras bastante diferentes das que têm em casa.

Impor valores é um ato autoritário?
Muitas famílias hesitam em transmitir valores por acharem que estão sendo moralistas e autoritárias. Mas este é um pensamento equivocado. Todo mundo precisa ter seus próprios valores, porque é a partir deles que derivam o caráter, as crenças e as opiniões de uma pessoa. Por outro lado, os pais não terão sucesso se tentarem impor o pacote todo aos filhos. É preciso aceitar que existem muitos outros fatores que interferem na formação do indivíduo, como, no caso da adolescência, o grupo de amigos, a necessidade de afirmação e aceitação no grupo e, também, a própria pulsão de ser diferente dos pais.

Por que os filhos contestam os valores da família?
Geralmente, porque, nesta fase, a influência do grupo é muito forte. Os adultos precisam entender que, na adolescência, a palavra principal não é formação, e sim transformação. Os jovens colocam os valores em dúvida, e querem testá-los, o que é fundamental para seu amadurecimento. Isso fará com que escola e família percam importância, enquanto crescerá muito a influência do grupo de convívio. O psicólogo Bologna considera importante também levar em conta que entre os valores principais da juventude são a imitação (dos amigos), a cumplicidade (com os amigos) e a transgressão (de limites). Os pais não devem se incomodar com isso, o que não significa que não precisem ficar atentos.

Qual a melhor maneira de garantir o caráter?
É preciso dar o exemplo! Isso mesmo, além de conhecerem bem os seus valores, os adultos precisam praticá-los em seu dia-a-dia, nas pequenas e nas grandes atitudes. O mesmo nas escolas. Se não for assim, os jovens ficam sem ter onde se segurar, onde apoiar suas crenças. Professores que cobram disciplina, mas chegam atrasados e não cumprem acordos; pais que cobram posturas cidadãs, mas levam a vida com ‘jeitinhos’, ou, bem mais comum, que fazem promessas e não as cumprem: tudo isso pode abrir caminho para a formação de pessoas que dão mais valor à imagem que à palavra.
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Fonte: Educar para crescer – Abril
Vídeo: Música “Oração da Família” de Padre Zezinho

A Maior Flor do Mundo – José Saramago


“E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente, o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”

Curta-metragem basedo no livro “A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago.
Produzido em 2007, o filme ganhou o prêmio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya na categoria de melhor curta-metragem.

Saramago aparece no filme, como narrador e como personagem. A Maior Flor do Mundo é uma história para crianças (e adultos) escrita e narrada por José Saramago. Uma curta cheia de símbolos e enigmas, para uma infância que cresce num mundo quebrado pelo desespero, individualismo e a falta de ideais. Trata de um tema simples: a arte de aprender e ensinar. E então, aprendemos realmente o que nos propomos ensinar?

Direção: Juan Pablo Etcheverry
Roteirista: Juan Pablo Etcheverry (Adaptado de “A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago)
Ilustração: Diego Mallo – Música: Emilio Aragón
Produção: Chelo Loureiro





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